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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

postheadericon O Bagulhão, o Japonês, o Professor

Tome fôlego que o texto hoje é grande!!!!
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O Bagulhão, o Japonês, o Professor

Leandro Demori | Itália 

A máfia italiana tem mais de cem anos e deve parte de sua vitalidade a um mito fundador: a história de Osso, Mastrosso e Carcagnosso. Quer a lenda que os três cavaleiros espanhóis precisaram fugir da península ibérica após lavar a honra da família com sangue, matando o estuprador de uma de suas irmãs. Osso, Mastrosso e Carcagnosso teriam passado 30 anos na ilha de Favignana. Mais tarde, cada um dos três irmãos teria ido para uma região distinta da Itália e fundado sua própria ordem armada: na Sícilia, Calábria e Campanha, Osso, Mastrosso e Carcagnosso seriam os padrini de Cosa Nostra, ‘Ndrangheta e Camorra.
O fato de terem fugido da Espanha em nome da honra não é detalhe inócuo, mas artigo fundamental no mito fundador mafioso: até hoje, os membros dos clãs são chamados, não por acaso, uomini d’onore (homens de honra).
Os ritos de iniciação da máfia nomeiam os cavaleiros espanhóis até hoje — em sua honra são batizados locais tomados pelos clãs ou iniciados novos membros, os picciotti, primeiro ‘cargo’ da organização. Um livro fundamental para entender a dinâmica dos mitos fundadores da máfia com sua atualidade é Fratelli di Sangue, sob a pena de um dos maiores juizes anti-máfia, Nicola Gratteri.
Paz, Justiça e Liberdade. Esses são os mitos fundadores do Comando Vermelho, pai do tráfico organizado no Rio de Janeiro. Fundada na cadeia, a facção criminosa operava de modo amador já na década de 50, sobretudo dentro dos presídios. Nos morros, a venda de drogas se restringia à maconha, negociada por velhotas que arredondavam a aposentadoria de modo caseiro e semi-amador, dividindo os lucros com o crime.
Sempre morreu gente na favela, muito antes do crime começar a se organizar. A atenção da imprensa às mortes a partir dos anos 60 está diretamente ligada ao mito fundador do CV — como funeral de favelado não vende jornal, o surgimento de uma organização criminosa trazia boas histórias para contar. O tráfico desceu o morro em forma de papel e tinta.
Gênesis não-escrito do Comando Vermelho se destinava a proteger os presos dentro da cadeia, muito antes de organizar a venda de toneladas de drogas fora dela. O CV surgiu para suportar um sistema carcerário cruel, ineficiente e caro que replica moldes até hoje, mais de meio século após a insurreição criminosa. A situação fora das grades é alimentada pela barbárie dentro delas.
Osso, Mastrosso e Carcagnosso do Rio de Janeiro são Bagulhão, Japonês e Professor, três traficantes da velha guarda que ainda dominam o imaginário coletivo do crime como fundadores do Comando Vermelho. Os mitos fortalecem a irmandade, a cumplicidade criminosa em cima da Santa Trindade de Paz, Justiça e Liberdade se mistura com dizeres bíblicos da mesma forma como São Miguel Arcanjo é usado para batizar novos membros das máfias italianas. É quando o crime deixa de ser crime e passa a ser um ato de fé.
Os bandos criminosos do Rio não podem ser equiparados à máfia italiana; são organizações pré-mafiosas, com comando e ordem, mas muito menos sofisticadas e disciplinadas do que Camorra, ‘Ndrangheta, Cosa Nostra, Sacra Corona Unita e outras. Traficantes estão há 50 anos nos morros cariocas e ainda usam chinelo de dedo, bermudões de praia; atiram mal e, o que é pior, ainda atiram. O que uma organização criminosa menos quer é o confronto. O ápice do crime é passar despercebido.
As cenas da última semana no Rio de Janeiro mostram que o crime nos morros não evoluiu porque jamais teve a necessidade disso. De mãos dadas com uma polícia historicamente corrupta e com governantes que fizeram incontáveis “tratados de paz”, os líderes do momento ainda fazem contabilidade em folhas de caderno e desfilam pelos morros armados com fuzis em motos importadas. Simbolicamente infantil.
O projeto inicial do Comando Vermelho era entrar em todos os buracos deixados pelo poder público, que são muitos, quase infinitos no Brasil. O CV é apenas mais uma prova de que máfias e organizações pré-mafiosas não são contra o Estado — a última coisa que querem é a guerra. Desejam fazer parte do Estado, ser ele onde ele jamais foi. É justo dizer que as UPP’s são parte de uma política socializadora dos morros, mas ingênuo pensar que são um fim em si. Simbolicamente, a perna do Estado que primeiro subiu o morro não foi a da educação ou a da dignidade, mas a das armas. E essa é, antes de tudo, uma guerra simbólica.
O crime no Rio age nas necessidades mais básicas: gás, remédio, cigarro, sabonete, brinquedos de natal, enterros, pequenas obras, ‘puxadinhos’. Não há nada aqui que o Estado não possa fazer. É bobagem achar que o tráfico substitiu o Estado; ele apenas tenta, e faz de forma esparsa e pouco eficiente, agindo do modo mais superficial possível nas necessidades individuais daqueles que pedem ‘arrego’. Não é uma política, é uma ação.
O Brasil perdeu muito tempo. Perder tempo é um esporte nacional. O tráfico já está na quarta geração. Mesmo que não tenha se tornado uma dinastia (justamente pela organização precária, o filho de Fernandinho Beira-Mar não terá qualquer garantia de ser um ‘poderoso chefão’ no futuro), o tráfico se tornou uma oligarquia, uma nobreza de havaianas.
A esperança para os jovens do Sul da Itália, além da máfia, é o exército, que paga menos e pode mandá-los para o Afeganistão. No Rio, nem o exército salva.
Daquele Comando Vermelho dos anos 50 só resta o mito. A morte prematura e as guerras internas pelo comando dos morros tornou o crime de entorpecentes uma roda gigante descontrolada, sem tempo para render homenagens ao passado. Na busca no youtube pela palavra “Falcão”, as mais importantes citações se referem a “futsal, cantor brega, dribles”. As imagens captadas para compor o excelente documentário “Falcão, meninos do tráfico” são secundárias. Asfalto e morro se unem na indiferença.
De : BRAZIU.ORG
quarta-feira, 24 de novembro de 2010

postheadericon Demônio: Lilith

Na Bíblia o nome da Lilith só aparece uma vez em: Isaías 34:14: E as feras do deserto se encontrarão com hienas; e o sátiro clamará ao seu companheiro; e Lilite pousará ali, e achará lugar de repouso para si.


Sua história vem da mitologia Hebraica, sendo ela o demônio feminino mais temido.

Lilith foi a primeira esposa de Adão e foi feita do mesmo barro que ele. Sendo assim ela não aceitou o machismo masculino, queria igualdade, não aceitava nem ficar embaixo nas relações sexuais com Adão. Por outro lado Adão não aceitava ficar em pé de igualdade com Lilith e queria sua superioridade masculina na relação.








Lilith era uma mulher livre e irresistívelmente bela, então insatisfeita com o machismo de Adão Lilith fugiu do Paraíso e foi para o Mar Vermelho. Lá ficou livre, conheceu e teve relações com diversos demônios.


Adão pediu a Deus sua companhia de volta, Deus mandou 3 anjos buscarem Lilith no Mar Vermelho e trazer ela de volta ao Paraíso.
Quando os 3 anjos encontraram Lilith ela respondeu que não poderia mais voltar, pois já tinha desonrado seu marido se prostituindo com os demônios. Assim ela realmente não pode voltar ao paraíso. Assim ela continou vivendo e tendo relações com os demônios, gerando diversos filhos igualmente demoníacos.

Adão ficou sozinho, e Deus achou que não era bom. Assim criou a Eva e essa história vocês conhecem...







Algumas mitologias dizem que verdadeiro o motivo que levou Lilith a abandonar o paraíso foi ter-se apaixonado por Samael, o anjo da morte. Samael deu-lhe a conhecer o prazer de Adão não era capaz de oferecer. Lilith, enquanto um ser feminino de grande luxúria, apaixonou-se irremediavelmente pelo anjo. Em troca das relações sexuais, o anjo deu a Lilith não só o nome secreto de Deus, como também toda a sabedoria mística e magica.
Com o nome de Deus Lilith ganhou poderes sobrenaturais. É considerada a primeira Bruxa da humanidade, sendo padroeira de todas as bruxas.

Ao contrário de Eva que morreu como um ser humano, Lilith alcançou a imortalidade, casou-se com Samael, e virou amante de Lúcifer.
Lilith seria a mulher mais bela que existe, sendo a preferida de Lúcifer. Um dos piores demônios, e seu nome é muito invocado em diversos rituais, Inclusive Sucubus .


via: MEDOB

postheadericon Inccubus e Succubus




"O Incubus é uma figura demoníaca intimamente associada ao vampirismo. É conhecida pelo hábito de invadir o quarto de uma mulher à noite, deitar-se sobre ela para que seu peso fique bem evidente sobre seu peito e então força-a a fazer sexo. O Succubus, a sua contraparte feminina, ataca os homens da mesma maneira. A experiência do ataque do incubus/succubus varia de extremo prazer ao absoluto terror. É, como já assinalou o psicoterapeuta Ernest Jones, o mesmo espectro de experiências descritas na moderna literatura entre o sonho erótico e o pesadelo. O incubus/succubus se parece com um vampiro na medida em que ataca as pessoas durante a noite enquanto dormem. Freqüentemente ataca uma pessoa noite após noite, como o vampiro dos ciganos, deixando suas vítimas exaustas. Entretanto é diferente do vampiro na medida em que não sugava sangue nem roubava a energia da vida.
O incubus parece ter se originado da antiga prática de incubação, onde uma pessoa ia ao templo de uma divindade e lá repousava. No decurso da noite a pessoa teria um contato com a divindade, muitas vezes esse contato envolvia relações sexuais, ou na forma de sonho ou com um dos representantes da divindade, bem humano. Isso estava na raiz de diversas práticas religiosas, incluindo a prostituição nos templos. A religião de incubação mais bem sucedida estava ligada a Esculápio, um deus da cura que se especializara, entre outras coisas, em curar a esterilidade. O cristianismo, que equiparou as divindades pagãs aos seres demoníacos, encarava essa prática de relações com uma divindade como forma de atividade demoníaca.
Através dos séculos, duas principais correntes de opinião sobre as origens dos incubi e dos succubi competiam uma com a outra. Alguns a viam como sonhos, invenções de uma vida fantasiosa da pessoa que experimentava tais visitações. Outros argumentavam a favor da existência objetiva dos espíritos malignos; eram instrumentos do demônio. No século XV os líderes religiosos, especialmente os que estavam ligados à Inquisição preferiam essa última explicação, ligando a atividade demoníaca dos incubi e succubi à bruxaria. O grande instrumento dos caçadores de bruxas, Malleus Maleficarum, "O Martelo das Bruxas", supunha que todas as bruxas se submetiam voluntariamente aos incubi.
A existência objetiva do incubus/succubus foi sustentada por Tomás de Aquino no século XIII. Argumentava que crianças poderiam mesmo ser concebidas pelas relações entre uma mulher e um incubus. Acreditava que um espírito maligno poderia mudar de forma e aparecer como um succubus para um homem ou um incubus para uma mulher. Alguns pensadores argumentavam que o succubus coletava sêmen e, depois, na forma de um incubus, depositava-o numa mulher. As freiras parecem ter sido um alvo especial dos incubi pois os espíritos malignos pareciam ter prazer em atormentar aqueles que haviam escolhido uma vida santa. A idéia da existência objetiva dos incubi e succubi permaneceu até o século XVII quando uma tendência para a compreensão mais subjetiva se tornou perceptível.
Jones, um psicólogo freudiano, juntou o sucubus/inccubus e o vampiro como expressões de sentimentos sexuais reprimidos. O vampiro era visto como o mais intenso dos dois. Em virtude das semelhanças entre vampiros e os incubi/succubi, muitas das formas deste último aparecem freqüentemente nas listas de vampiros diferentes pelo mundo afora, como follets (francês), duendes (espanhol), alpes (alemão), e folletti (italiano). Intimamente ligado ao incubus estava o mare (teutônico antigo), mara (escandinavo) ou mora (eslavo), o espírito maligno de um pesadelo.
Jan L. Perkowsi assinalou que as histórias do vampiro eslavo também incluíam elementos do que parecia ser o mora. Ele os considerou no cômputo de vampiros que tinham experimentado uma contaminação demoníaca. Distinguiu cuidadosamente o vampiro (um cadáver reavivado) e o mora (um espírito de forma esférica) e criticou vampirologistas como Montague Summers, Dudley Wright e Gabriel Ronay por confundir as duas coisas. Também criticou Jones pelo mesmo motivo. Conquanto conhecesse que o vampiro e o mora compartilhavam o mesmo tipo de vítima (alguém dormindo), o fenômeno do vampiro precisava ser diferenciado na medida em que estava centrado em um cadáver enquanto o fenômeno mora não tinha essa referência e estava centrado inteiramente na vítima que havia sobrevivido a um ataque de espíritos malignos."


-O Livro dos Vampiros, A Enciclopédia dos Mortos Vivos - J. Gordon Melton-
Ritual para invocar Inccubus e Succubus:


Bom, não posso dizer com 100% de certeza que esse ritual seja eficiente, porém não custa nada mostrá-lo pra vocês, quem sabe algum corajoso ai experimenta?


1- Compre uma vela preta, uma vermelha e um incenso de canela.
2- Junte as duas com uma chama, derretendo a cera das velas ao longo do corpo da vela para que fiquem as duas coladas uma à outra.
3- Fixe as velas, com a sua própria cera num prato de sopa e coloquem no quarto.
4- Em uma folha branca, escrevam em círculo:
Eu (nome e sobrenome) invoco e dou autorização a espíritos sexuais que assumam uma aparência cativante de meu gosto nos meus sonhos e me proporcionem momentos de prazer intenso nesta noite. Assim seja, Assim se faça.
5- Quando for dormir acenda os dois pavios das velas e um palito de incenso de canela.
6- Leia o que está escrito em círculo e deite para dormir.
No dia seguinte coloque no lixo o resto da cera e as cinzas do incenso.

via: MEDOB
domingo, 21 de novembro de 2010

postheadericon Harry Potter, o vestibulando

Ele tem tempo para destruir as Horcruxes e salvar o mundo bruxo do império maligno de Lord Voldemort. Mas e a faculdade, Harry, como é que fica? E, pergunta que não quer calar: como é a escola bruxa brasileira?


Por Claudia Fusco* | 19/11/2010 11h18
AVISO DE SPOILER: este texto tem informações sobre o enredo do último livro da série Harry Potter, Harry Potter e as Relíquias da Morte. Se você não leu o livro e pretende assistir ao filme, que estreia hoje, é melhor não ler.

Essa cara de tensão é por causa do Voldemort ou do Enem?
É a última prova da semana. Todos os alunos já estão sentados em suas carteiras, em silêncio, se preparando para receber a folha de perguntas. As questões são entregues e o cronômetro é acionado: o teste começa oficialmente. O garoto de 15 anos encara a prova com desespero silencioso. Olha para os lados, meio em pânico, e não se anima nada ao perceber que sua melhor amiga está escrevendo furiosamente no papel. 

Essa cena podia acontecer em qualquer lugar - durante um simulado na escola, no cursinho ou mesmo na hora do vestibular -, mas foi tirada de Harry Potter e a Ordem da Fênix, o quinto livro da série. Na ocasião, Harry está fazendo (ou pelo menos tentando fazer) uma prova complicada de História da Magia. No quinto ano de Hogwarts, todos os alunos são obrigados a prestar os Níveis Ordinários em Magia, ou N.O.M.s, que selecionam os estudantes capazes de passar para o sexto ano, muito mais puxado. 

O clima da prova lembra bastante o de um vestibular, de acordo com a descrição da autora J.K. Rowling. “[...] Harry olhou fixamente para a primeira pergunta. Passaram-se vários segundos até lhe ocorrer que não entendera nem uma palavra do enunciado […] Estava achando muito difícil lembrar os nomes, e toda hora confundia as datas. […] Harry leu mais adiante procurando uma pergunta a que decididamente pudesse responder”

É, já deu para entender que o desempenho de Harry não foi exatamente brilhante - até porque, no fim das contas, ele passa mal durante o exame -, mas dá para perceber que nem mesmo os bruxos estão imunes das temíveis provas de seleção para conquistar a profissão dos sonhos. 

Em Hogwarts, os alunos passam duas vezes por essa maratona de testes. Depois dos N.O.M.s, eles são direcionados aos N.I.E.M.s (os Níveis Incrivelmente Exaustivos em Magia), que são aplicados no fim do sétimo ano da escola. A partir daí, a escola de magia e bruxaria vira passado: o bruxo recém-formado tem que correr atrás de concursos e emprego para encarar a vida adulta. 

- Leia também: as muitas semelhanças entre sua escola e Hogwarts
Teste: que tipo de aluno você seria em Hogwarts?
- Outro teste: em qual casa de Hogwarts você estudaria?

Harry, que não é bobo nem nada, quer ser um auror - um bruxo profissionalmente capacitado em lutar contra as artes das trevas -, que é simplesmente a profissão mais concorrida e difícil do mundo mágico. Isso quer dizer que o cara precisa ter notas altas em matérias complicadas, como Transfiguração e Poções, e ser incrivelmente dedicado. Até lembra certos vestibulares trouxas, não é mesmo?

Na época dos exames, os jovens bruxos vão ao delírio. Alguns deles investem seus galeões em estimulantes mentais, como o Elixir Baruffio para o cérebro ou garras de dragão em pó, na busca por soluções rápidas. Há ainda quem tente bancar o espertinho e faz anotações nos braços ou embaixo das vestes pouco antes do teste, mas isso não adianta: todas as penas disponíveis são encantadas com um Feitiço Anticola. Além disso, os avaliadores dos N.O.M.s e N.I.E.M.s são bruxos altamente qualificados e treinados para lidar com a situação, o que dificulta ainda mais aquela suave troca de olhares durante a prova. Dureza, né? 

Então, o jeito é estudar a sério. Nessa época, é comum que certos alunos - da Corvinal, especialmente - comecem a se gabar do número de horas que passam por dia fazendo revisões, listas de exercícios e ensaios. Tudo isso para escapar da terrível nota mais baixa possível, o Trasgo, que desqualifica o aluno na hora. 

Harry, Rony e Hermione nunca chegaram a prestar os N.I.E.M.s - por motivos de força maior, os três escapam da escola no sétimo ano. Pelo que sabemos, porém, eles não tiveram dificuldades na vida adulta: Hermione vai trabalhar no Ministério da Magia, Rony dá continuidade à fantástica loja de seus irmãos e Harry conseguiu a profissão dos seus sonhos. Tudo isso sem passar pela etapa mais difícil do vestibular. 

Mas N.O.M.s e N.I.E.M.s valem apenas para Hogwarts, a escola de magia britânica. Pouco realmente se sabe sobre os métodos de seleção de outras instituições educacionais dos bruxos. Como serão testados os alunos da Durmstrang? Quais serão as notas necessárias para se tornar uma auror respeitável formada em Beuxbatons?
E, afinal de contas, qual é o mistério por trás da escola de bruxaria brasileira? Aqui, o sistema de ensino é um tanto quanto diferente: os estudantes são testados de uma vez só, depois do último ano do colégio, pela instituição que mais interessa a ele. Então, fica a pergunta: como funcionaria a escola de magia para os bruxos que moram do lado de baixo do Equador?

Nessa escola brasileira, as férias tão aguardadas de dezembro seriam ensolaradas, e não cheias de neve. O ano letivo começaria em fevereiro ou março, dependendo da maneira que os bruxos tupiniquins festejassem o Carnaval. O sistema de internato não seria necessário: bastaria uma chave do Portal bem localizada em pontos de ônibus e metrô em todo o país. Além das disciplinas básicas, os estudantes estudariam os costumes regionais e criaturas folclóricas. Na hora do vestibular, o Enem bruxo também seria aplicado nos três anos do ensino médio, medindo a evolução do aluno em transfigurações e feitiços. Os calouros da faculdade teriam direito a espalhar moedas de ouro de Leprechaun pelo mundo trouxa. E sejamos práticos: #SeHarryPotterFosseBrasileiro, tentaria resolver suas diferenças com Voldemort em uma simpática roda de samba.

*A pottermaníaca Claudia ralou muito no vestibular e hoje é blogueira do Nerdices, da SUPERINTERESSANTE
Via: Guia do estudante
sexta-feira, 19 de novembro de 2010

postheadericon Ano que vem,

Ano que vem, talvez não fale com as mesmas pessoas, não confie nos mesmos amigos, não vá mais aos mesmos lugares que vai hoje, talvez esteja namorando ou continue solteira(o), talvez mude de casa, talvez pense em um outro alguém, todo ano é cheio de mudanças boas e ruins, todo ano você conhece novas pessoas enquanto outras saem de sua vida, todo ano você ganha uma mania diferente, resumindo todo ano você muda independente de querer ou não, você cresce, amadurece, tem outros planos e idéias, continua tendo uma personalidade única, muda por fora também, tudo muda com o tempo, a vida é cheia de mudanças e querendo ou não temos que aceitá-las, e elas nem sempre vão agradar á todos.


Descrição da comunidade: 

Ano que vem,

postheadericon NOTAS DE CORTE - UNIFESP 2010

SISU - SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA - UNIFESP 2010
MAIOR E MENOR NOTA DOS MATRICULADOS - SISTEMA AMPLA CONCORRÊNCIA

BAIXADA SANTISTA
Curso
Maior Nota
Menor Nota
EDUCAÇÃO FÍSICA
728,12
585,14
FISIOTERAPIA
781,94
634,96
NUTRIÇÃO  
754,34
650,44
PSICOLOGIA
796,36
699,94
SERVIÇO SOCIAL - NOTURNO
704,44
600,88
SERVIÇO SOCIAL - VESPERTINO
739,18
617,26
TERAPIA OCUPACIONAL
723,84
633,32


DIADEMA
CIÊNCIAS AMBIENTAIS
742,84
643,10
FARMÁCIA E BIOQUÍMICA
807,20
691,96
FARMÁCIA E BIOQUÍMICA - NOTURNO
773,70
670,44
LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIAS - NOTURNO
725,14
485,12
LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIAS - VESPERTINO
758,72
601,86
QUIMICA
769,26
667,38
QUÍMICA INDUSTRIAL - NOTURNO
813,02
661,52


GUARULHOS
CIÊNCIAS SOCIAIS - NOTURNO
772,57
635,89
CIÊNCIAS SOCIAIS - VESPERTINO
800,66
624,14
FILOSOFIA - NOTURNO
755,59
592,26
FILOSOFIA - VESPERTINO
756,49
643,00
HISTÓRIA - NOTURNO
767,59
639,99
HISTÓRIA - VESPERTINO
782,37
627,72
HISTÓRIA DA ARTE
783,88
642,05
PEDAGOGIA - NOTURNO
719,80
619,85
PEDAGOGIA - VESPERTINO
736,76
625,13

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - NOTURNO
783,64
670,48
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - VESPERTINO
798,86
643,64
MATEMÁTICA COMPUTACIONAL - MATUTINO
761,13
625,69

SÃO PAULO
TECNOLOGIAS EM SAÚDE - MATUTINO
770,39
646,24

^tai outras notas de corte