MaRcAçÃo
Seguidores
Divulgue ai :)
Blog criado por EuDeS...hehehehe. Tecnologia do Blogger.
Quanta gente!?
Postagens populares
-
Curso Grau Relação Candidato/Vaga Maior Nota Nota de Corte Agronomia Bacharelado 5.19...
-
Acredito que sempre que pensamos em "caneta", temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas B...
-
ALGUMAS NOTAS DE CORTE (DIVIDIDAS POR UNIVERSIDADE): UFCSPA - Psicologia - 681,96 UFCSPA - Medicina - 787,6 UFCSPA - Biomedicina - 670,6...
-
SISU - SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA - UNIFESP 2010 MAIOR E MENOR NOTA DOS MATRICULADOS - SISTEMA AMPLA CONCORRÊNCIA BAIXADA SANTISTA Cu...
-
É que já não há mistérios para o “desistir é para os fracos”. Por acaso, desistir em algumas situaçõe...
Arquivos o.O
Parcerias
Uma das estratégias mais eficientes e comuns usadas pelos blogs para se obter um considerável aumento de audiência é por meio de parcerias. Vale sempre lembrar que Blogs não são concorrentes e um cooperativismo entre eles é útil e vantajoso para todos.
Se você divulga meu blog, eu divulgo o seu!
Parcerias pelo contato: eudes_gothyc@hotmail.com
Loading
Mostrando postagens com marcador HiStÓrIa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HiStÓrIa. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Mike, o frango sem cabeça
Quando uma galinha é decapitada seu corpo ainda pode se movimentar involuntariamente por alguns momentos, mas não foi isso o que aconteceu com Mike, um frango que viveu nos Estados Unidos por um ano e meio sem sua cabeça. A história desse pobre animal parecia seguir o triste fim de todo frango criado para abate e consumo: Seria decapitado e cozido para alimentar a família do fazendeiro Lloyd Olsen, em setembro de 1945. O fazendeiro decapitou a ave, que continuava se mexendo após ter sua cabeça separada do corpo, mas para surpresa do homem, o frango, apelidado de Mike, não parava de se mover.
domingo, 25 de setembro de 2011
Sou Chato :p
Por mais duro que possa ser, chega um momento da vida que é necessário se olhar no espelho, esfregar as mãos no rosto e, em grave concentração, assumir a inegável verdade. Eu sou chato. Mas não um pouquinho chato, como quase todo mundo é quando acorda com o nariz entupido. Fala de uma chatice incomensurável, daquelas que me surpreende como alguém consegue tolerar minha modorrenta companhia por mais de dez minutos.
A bem da verdade, dizer-se chato é muito pouco, pois, como todo representante do gênero, entendo que a chatice pode ser classificada em diversas vertentes, cada qual com sua nuance mais evidente, mas igualmente desagradável, em todas das quais eu consigo incorrer, desde já me enquadrando no chato sistemático, com mania de classificar tudo.
Há, por exemplo, o chato monotemático. Já consigo ver o leitor imaginário lá do fundo da sala, de braço levantado empolgado, que se enxergou na categoria. É, você mesmo que só consegue falar dos filhos, do marido/esposa, dos Beatles, da novela da Globo, de futebol, ou, especialmente, de si mesmo. Aliás, a última categoria, do chato egocêntrico, merece um capítulo todo para ela no Grande Manual da Chatice Crônica, ainda a ser escrito.
Em seguida, surge uma categoria meio nebulosa de chatice. O chato feliz. Trata-se daquela criaturinha irritante que está alegre, faça sol na constelação de leão ou chuva ácida de canivete. Suspeito de qualquer pessoa que permaneça sempre feliz, especialmente daqueles que acordam cedo segunda-feira, com um sorriso nos lábios e saem para dar um “exerciciozinho”. É o chato pegajoso, que te conta sempre a mesma piada e ri sozinho. Há, por óbvio, o oposto extremo, o chato infeliz, que, por mais que lhe caiam mil bênçãos do céu, vai reclamar sempre da artrose no mindinho esquerdo do pé. Aí, que saco é isso…
Todavia, em que pese toda a má fama dos chatos, não são eles nem um pouco piores que os legais. E, vez ou outra, desconfio que o mundo só caminhe para a frente porque algum chato viu um defeito onde ninguém mais enxergou, reclamou em uma fila onde todos estavam calados, brigaram na hora em que todos fingiram que não viram. Mas, claro, isto tudo é desculpinha furada para justificar o injustificável. Porque, afinal, chato que é chato não tolera autoindulgência.
sábado, 24 de setembro de 2011
Crônicas de Sobral; A tia do Suco.
Que mulher chata. Pobre é o tio que é casado com ela. Uma macumbeira da matemática me contou que em vidas passadas ele teria tido muitas mulheres bonitas e nessa vida ele está pagando pelo que fez. Mas tinha que ser em parcela única?! Sem contar que a mulher é grossa:
TIA DO SUCO
Dia frio, o estudante morrendo de sono, querendo entrar na sala para a aula de química.
- Um tradicional, tia! Ta aqui o dinheiro.
- ESPERE AÍ!!! TÁ VENDO NÃO QUE TÔ FAZENDO O DO MININO AÍ! Esse pessoal chega logo querendo que a gente faça duma hora pa otra o suco.
- Calma mulher, o menino tá só pedindo, diz o tio do suco.
-SAIA DAQUI!! TÁ VENDO QUE AQUI NÃO TEM LUGAR PRA DOIS NÃO!!!
VRRRUUUUMMMMM!!!!!! VRRRRUUUUUUUMMMMMMMM!!!!! (LIQUIDIFICADOR!)
-PRONTO, TOMA O TEU. EI JÁ PAGOU?!
-Já. fui o primeiro.
- É PORQUE ONTEM VOCÊ NÃO PAGOU!!!
- Tia, eu sou do colégio 'tal' [não vou fazer propaganda de colégio nenhum] é a primeira vez que to aqui - diz o freguês.
-aH... então foi um minino parecido com você. Ah se eu pego...
- O meu tia, pede o produto a menina da civil.
- Toma. EI MININO!! BEBE LOGO ISSO AÍ PRA TOMAR O RESTIM!!!
- Gasp!! GAsp( o cara se engasga pra ganhar um pouco mais) T’aqui o copo.
- TOMA E VAI EMBORA. O PRÓXIMO!!!!
- Aqui, tia. 2 tradicionais.
- Já quer dois. Esse pessoal não sabeo que quer...
TIO DO SUCO
As vezes o observo. Penso que seja um homem de dureza ímpar, indobrável como barra de aço. Penso e reflito sobre seu dia a dia, sobre os momentos em que ele deve sentar a sós consigo e matutar sobre a sua mulher, a Tia do suco. Quais seus pensamentos, por onde caminham e para onde se dirigem suas conjecturas? Somente ele pode dizer. Mas seu olhar distante revela tanto da alma humana que pouco lhe falta para ser alçada a categoria dos profetas.
Comentando o assunto com alguns colegas das Ciências Sociais, estudamos seu comportamento. O diagnóstico foi bem distante do que supúnhamos inicialmente, que o Tio do suco era um sábio eremita.
Observamos seu comportamento nas manhãs. Ele chega com a Tia e a despacha:
- Vai mulher, abre a quitanda.
- .... (não sabemos o nome dele, alguns suspeitam que seja aramaico), prepara o gelo!
É aqui o ponto de inflexão do dia, por que não dizer mesmo da ira humana. Num momento único e essencial! Em um delta de Dirac da existência dos tempos, o Dr. Hyde, o Tio do Suco se revela.
- Pode deixar, mulher. É comigo mermo!
Ele tira os sacos pacientemente dos isopores. Suspira. Ufa! "O esforço é grande e o homem é pequeno." Ele coloca os primeiros sacos em cima da verde mesa de cimento, já depois de limpa, retiradas as folhas que caíram da arvore.
Os primeiros estudantes acabam de sair do coletivo. O Rabo Seco [Ouvi em algum lugar, esse é o nome dado ao ônibus universitário que não tem poltronas acolchoadas] abriu as portas e as levas de bois descem. O School Bus (o cambão da liseira. School bus é o nome dado para os ônibus universitários de Sobral que parecem – para eles- com os do EUA) tb descarrega os primeiros madrugantes. Eles vão para as salas de aula, mas no caminho, de longe, observa o Tio do suco e escuta a Sinfonia da Engenharia...
-PA!!!! PA!!!!!!! PA!!!!!!! Ritmado. Cadenciado. Como se Beethoven num dia furioso a tivesse escrito. PAAAAA!!!!!!!!!! PAAAAAAAA!!!!!!! O gelo se quebra. E no intervalo de cada paulada nos sacos de gelo, ele sorrateiramente olha pra Tia do suco (!!!) e ri: - Hiiii!!! Hiii!!!, um sorriso doentio(!!!), e bate com mais força no saco!!!! Paaaaa!!!!!! PPPPPaaaa!!!!! A frequência diminui. A intensidade desaparece.
- Tá pronto mulher.
- Já tava na hora, os clientes já estão esperando....(resmunga)
- Ô ... cadê as bananas! Afê Maria! Homi num traiz nada.
Cansado ele se senta numa cadeira de plástico, antes de com a vassoura limpar todo o entorno da Quitanda do Suco.
Os sociólogos relataram o descrito junto ao pessoal da psicologia e o diagnóstico foi conclusivo: Síndrome de UFC/UVA associada à Síndrome de Mulher Carrancuda.
Taí um apelido bom pra Tia do suco: Carrancuda. Isso é de botar medo em criança.
- Um tradicional, tia! Ta aqui o dinheiro.
- ESPERE AÍ!!! TÁ VENDO NÃO QUE TÔ FAZENDO O DO MININO AÍ! Esse pessoal chega logo querendo que a gente faça duma hora pa otra o suco.
- Calma mulher, o menino tá só pedindo, diz o tio do suco.
-SAIA DAQUI!! TÁ VENDO QUE AQUI NÃO TEM LUGAR PRA DOIS NÃO!!!
VRRRUUUUMMMMM!!!!!! VRRRRUUUUUUUMMMMMMMM!!!!! (LIQUIDIFICADOR!)
-PRONTO, TOMA O TEU. EI JÁ PAGOU?!
-Já. fui o primeiro.
- É PORQUE ONTEM VOCÊ NÃO PAGOU!!!
- Tia, eu sou do colégio 'tal' [não vou fazer propaganda de colégio nenhum] é a primeira vez que to aqui - diz o freguês.
-aH... então foi um minino parecido com você. Ah se eu pego...
- O meu tia, pede o produto a menina da civil.
- Toma. EI MININO!! BEBE LOGO ISSO AÍ PRA TOMAR O RESTIM!!!
- Gasp!! GAsp( o cara se engasga pra ganhar um pouco mais) T’aqui o copo.
- TOMA E VAI EMBORA. O PRÓXIMO!!!!
- Aqui, tia. 2 tradicionais.
- Já quer dois. Esse pessoal não sabeo que quer...
TIO DO SUCO
As vezes o observo. Penso que seja um homem de dureza ímpar, indobrável como barra de aço. Penso e reflito sobre seu dia a dia, sobre os momentos em que ele deve sentar a sós consigo e matutar sobre a sua mulher, a Tia do suco. Quais seus pensamentos, por onde caminham e para onde se dirigem suas conjecturas? Somente ele pode dizer. Mas seu olhar distante revela tanto da alma humana que pouco lhe falta para ser alçada a categoria dos profetas.
Comentando o assunto com alguns colegas das Ciências Sociais, estudamos seu comportamento. O diagnóstico foi bem distante do que supúnhamos inicialmente, que o Tio do suco era um sábio eremita.
Observamos seu comportamento nas manhãs. Ele chega com a Tia e a despacha:
- Vai mulher, abre a quitanda.
- .... (não sabemos o nome dele, alguns suspeitam que seja aramaico), prepara o gelo!
É aqui o ponto de inflexão do dia, por que não dizer mesmo da ira humana. Num momento único e essencial! Em um delta de Dirac da existência dos tempos, o Dr. Hyde, o Tio do Suco se revela.
- Pode deixar, mulher. É comigo mermo!
Ele tira os sacos pacientemente dos isopores. Suspira. Ufa! "O esforço é grande e o homem é pequeno." Ele coloca os primeiros sacos em cima da verde mesa de cimento, já depois de limpa, retiradas as folhas que caíram da arvore.
Os primeiros estudantes acabam de sair do coletivo. O Rabo Seco [Ouvi em algum lugar, esse é o nome dado ao ônibus universitário que não tem poltronas acolchoadas] abriu as portas e as levas de bois descem. O School Bus (o cambão da liseira. School bus é o nome dado para os ônibus universitários de Sobral que parecem – para eles- com os do EUA) tb descarrega os primeiros madrugantes. Eles vão para as salas de aula, mas no caminho, de longe, observa o Tio do suco e escuta a Sinfonia da Engenharia...
-PA!!!! PA!!!!!!! PA!!!!!!! Ritmado. Cadenciado. Como se Beethoven num dia furioso a tivesse escrito. PAAAAA!!!!!!!!!! PAAAAAAAA!!!!!!! O gelo se quebra. E no intervalo de cada paulada nos sacos de gelo, ele sorrateiramente olha pra Tia do suco (!!!) e ri: - Hiiii!!! Hiii!!!, um sorriso doentio(!!!), e bate com mais força no saco!!!! Paaaaa!!!!!! PPPPPaaaa!!!!! A frequência diminui. A intensidade desaparece.
- Tá pronto mulher.
- Já tava na hora, os clientes já estão esperando....(resmunga)
- Ô ... cadê as bananas! Afê Maria! Homi num traiz nada.
Cansado ele se senta numa cadeira de plástico, antes de com a vassoura limpar todo o entorno da Quitanda do Suco.
Os sociólogos relataram o descrito junto ao pessoal da psicologia e o diagnóstico foi conclusivo: Síndrome de UFC/UVA associada à Síndrome de Mulher Carrancuda.
Taí um apelido bom pra Tia do suco: Carrancuda. Isso é de botar medo em criança.
texto inspirado em uma crônica de um blog que vi ontem mais não lembro o nome. :)
União Soviética não foi um Estado ateu
Ultimamente eu estou perdendo muito tempo nas ciências humanas e deixando de lado meu amor para com a ciências da natureza, isso é bom? NÃO!!! Mas vou superar.... espero.
A URSS não era um estado ateu. É meio cansativo ficar repetindo, mas é necessário, vamos lá.
A URSS foi um estado socialista totalitário. Por estas duas razões, combateu as religiões. Por ser socialista, acreditava que toda religião organizada é uma estrutura de poder voltada para legitimar a exploração do homem pelo homem. Por ser totalitário, acreditava que toda entidade civil deveria ser submetida diretamente ao estado, inclusive quanto à autorização de funcionamento.
A URSS restringiu a liberdade de religiões, mas também a de sindicatos (alguém tem a ousadia dizer que a URSS era "patronal"?), de grêmios estudantis, de partidos políticos (a não ser o PCUS) e até de grupos musicais. Sim, grupos musicais. Na URSS somente compositores devidamente licenciados podiam escrever música, especialmente música pop. Será que a URSS era um estado anti-musical?
Com os exemplos acima eu creio que demonstrei que a URSS não era ateísta, mas radicalmente secular e totalitária (e são coisas diferentes). Mas se os exemplos não são suficientes, recomendo a leitura das obras de Lênin, Kropotkin, Isaac Babel, Trótski e até de Stálin. Descobrirão que havia padres lutando pela Revolução Russa e que havia entidades religiosas toleradas.
A Igreja Ortodoxa, por exemplo, gozou de grandes privilégios nos anos 30-50 e o Islã sempre foi cuidosamente trabalhado pelos comunistas, que viam nos seus ideais internacionalistas uma analogia com o próprio comunismo.
No filme "Reds" (baseado na autobiografia de John Reed), vemos como os comunistas sonhavam em fazer os muçulmanos verem no socialismo o "estágio seguinte do islamismo". Isso chocou Reed, mas foi muito eficaz para assegurar a fidelidade da Ásia Central à Revolução.
Outra coisa curiosa a respeito do comunismo (pelo menos o soviético) foi que ele matou mais, proporcionalmente, pessoas de crenças não cristãs. As principais vítimas foram animistas (nativos siberianos, nativos árticos), muçulmanos (na Ásia Central, no Cáucaso e na borda do Mar Negro) e ateus mesmo (os famosos expurgos do PCUS). Se o número de cristãos morto é maior, isso é apenas porque a URSS era predominantemente cristã.
Não é verdade, tampouco, que a URSS fosse um estado oficialmente ateu. A Constituição soviética assegurava liberdade de crença, apenas restringia as organizações religiosas. Na prática isso dificultava o proselitismo, mas ser 'cristão' não era, em si, ilegal.
A maior prova do fracasso do "ateísmo" soviético é que a proporção de ateus na URSS, após o fim do comunismo, revelou-se pequena. A perda de fieis afetou principalmente a Igreja Ortodoxa, que já vinha desde o século XVIII sofrendo com cismas, corrupção do clero e perda de ascendência moral sobre a sociedade. O islamismo cresceu durante os 70 anos de comunismo.
Isso que você acabou de ler é um belo artigo de José Geraldo Gouvêa.
domingo, 4 de setembro de 2011
Mulher obrigada a deixar casa e trabalho após ser 'estuprada' por ETs

Giovanna Podda, de 40 anos, começou a espalhar na vizinhança que tinha sido estupradapor alienígenas. A notícia não caiu bem e, sob forte pressão dos vizinhos, a mulher foi obrigada a deixar a casa em que morava em Gennargentu(Sardenha, Itália) e a abandonar o emprego.
O caso de Giovanna ganhou destaque na TV italiana. Ela contou ter sido abduzida e violentada por ETs. O ato deixou marcas e queimaduras no corpo dela, garantiu a mulher.
"Tentei me queixar na polícia, mas riram de mim. Ninguém acredita em mim, mas eu acredito que muitas mulheres tenham sido estupradas por seres alienígenas e que elas tenham medo de expor isso", reclamou, de acordo com reportagem do "Austrian Times".
Agora, Giovanna vive escondida. Mas ela quer ser uma porta-voz de uma espécie de associação das mulheres que já foram estupradas por seres de outros planetas.
Via
And Vanish!
XIII CONGRESSO CICLO-LUZ DE GERENCIAMENTO TERRESTRE:
Pois bem, amigos interplanetários, estamos aqui mais uma vez para fazer um balanço de nossas incursões ao planeta Terra e tentar ajustar algumas coisas que não estão indo muito bem, desde que um dos nossos incursores resolveu brincar com a água do planeta e de lá saiu o que hoje conhecemos como "seres humanos". Bom, mas não vamos repisar o passado e nem citar nomes, não é Sr. Plimb?
O caso é que precisamos agora, cuidar para que o planeta sobreviva ao cidadãos terráqueos e, ao fazer isso, precisamos também ser discretos em nossas incursões, o que não tem sido um grande suces... Sr. Corticy, eu agradeceria se o senhor parasse de vir aos congressos com esse traje com a legenda "I S2 Roswell". Esse tipo de piada já perdeu a graça há alguns anos-luz. Se não quiser ser reintegrado, eu pediria que se retirasse. Obrigado.
Continuando: desde que o maldito homem começou a raciocinar, e com isso a observar o que se passa a sua volta, ele tem visto nossas naves e/ou nossos incursores. Logo que aprendeu a se comunicar através da escrita e da arte, registrou isso desde as paredes de suas cavernas até sites de internet. Com a nossa tecnologia avançadíssima, conseguimos driblar alguns desses avistamentos. Lançamos por exemplo o iBlur, que torna as fotos de nossas naves totalmente borradas para os instrumentos fotográficos medievais dos humanos.
Em seguida conseguimos elevar a qualidade de nossos despistamentos com o iLight, que funciona quase como aquelas canetinhas laser, terráqueas, onde desviamos a atenção de nossas embarcações reais, com pontos de luz que não têm uma rota coerente. Para nossa sorte, o cérebro dos humanos costuma aceitar as coisas mais absurdas!
Não demorou muito e nossos cientistas tiveram uma idéia melhor ainda: o iMeter. Devo dizer que não gostei muito do nome, mas a praticiade supera isso. Trata-se, como todos aqui sabem, de uma imitação de balão metereológico terráqueo, que é deixado nos locais em que nos avistam. Não funcionou muito bem na época de Roswell. Teríamos evitado muita dor de cabeça se não fosse um protótipo ainda e não teríamos perdido nossos v-valiosos companheiros... - desculpem, fico emocionado ao lembrar - ... para autópsias grotescas feitas por açougueiros humanos. Por sorte, nossa equipe de Descrédito Instantâneo conseguiu resolver tudo.
Com os avanços na nossa tecnologia, criamos também o iFluor, que, adicionado a pasta criada pelo nosso cientista, Dr. Kolynys, faz com que os humanos fiquem com as mentes embotadas acerca de nossa existência. Só não entendi até hoje porque eles acharam que aquilo era para passar nos dentes, quando era para ser usado no... sim, qual é a pergunta?
Sim, sim, o flúor também é adicionado à água, e temos vários outros produtos desenvolvidos recentemente, como componentes que os humanos cismam em chamar de diets e lights, sabe-se lá porque. O medo que eles têm de engordar faz com que esse artíficio funcione, mesmo eles não percebendo que continuam engordando do mesmo jeito.
Quero também agradecer ao pessoal do Departamento de Desinformação. Receberam seus devidos méritos pelos filmes Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. O Extraterrestre, Independence Day entre outros. Mas, o assim chamado Incidente Shyamalan não pôde passar em branco. Um funcionário do D.D. deixou vazar como podemos ser detidos e tivemos que arquitetar uma contra-ofensiva, fazendo uma lobotomia química no terráqueo M. Night Shyamalan, para que este não revelasse mais nenhum outro segredo nosso em seus filmes. Como efeito colateral, claro, sua capacidade mental não é mais a mesma. Eu vi Dama da Água e quase fiquei com pena do que aconteceu a ele. Com O Último Mestre do Ar, vi que a coisa é irreversível. Mas, são baixas de guerra, como tantas outras.
Outro elemento em minha pauta é mais uma vez um alerta aos engraçadinhos de plantão para pararem de brincar de Pé Grande, Monstro de Loch Ness e político honesto. Os terráqueos sabem que essas coisas não existem, mesmo que um pequeno grupo insista em levar adiante tais boatos. Também reitero meu pedido ao agente B-Triny que pare de voltar à Terra como Elvis Presley. Aquilo era uma missão temporária. É bom esquecer essa bobagem de Rock'n Roll. Foi um desvio da missão.
Os politicamente corretos em nosso meio vêem reclamando de alguns efeitos colaterais do iFluor, como por exemplo, as pessoas começaram a ler coisas como Paulo Coelho, Stephanie Meyer e Dan Brown. Só posso dizer a esses pacifistas de plantão que os fins justificam os meios. Proteger a Terra vai além de banalidades como terráqueos lendo lixo literário. O iFluor aleija mas não mata.
Vamos tratar também do uso dos buracos de minhoca para nossas viagens. Os cientistas humanos mais céticos juram de pé junto que é impossível que prováveis seres de outro planeta alcancem a Terra e queremos que eles continuem pensando assim. E, por falar nisso, gostaria que parassem de importunar o Sr. Hawkins. Mesmo não tendo lá muito apreço pelos humanos, ainda assim é brincadeira de mau gosto.
Por ora é só, e quero agradecer a presença de todos, principalmente dos grays, do pessoal das Plêiades, dos nosso amigos reptilianos, que ainda desfrutam de certa fama depois daquele seriado televisivo V: A Batalha Final, que voltou a ser exibido com novos atores terráqueos. Se soubessem o quanto vocês curtem fazer tricô e ler um bom livro, ficariam decepcionados. Aliás, falando em seriados é bom monitorizarem aquele tal de Fringe. Arquivo X já nos deu muito trabalho.
Que a Força esteja com vocês. Sim, sim, podem rir, mas sou viciado naquelas porcarias de filmes. Adeus!
(Esse conto foi inspirado pelos meus amigos@vane_zombie e seu marido, Vítor)
Pois bem, amigos interplanetários, estamos aqui mais uma vez para fazer um balanço de nossas incursões ao planeta Terra e tentar ajustar algumas coisas que não estão indo muito bem, desde que um dos nossos incursores resolveu brincar com a água do planeta e de lá saiu o que hoje conhecemos como "seres humanos". Bom, mas não vamos repisar o passado e nem citar nomes, não é Sr. Plimb?
O caso é que precisamos agora, cuidar para que o planeta sobreviva ao cidadãos terráqueos e, ao fazer isso, precisamos também ser discretos em nossas incursões, o que não tem sido um grande suces... Sr. Corticy, eu agradeceria se o senhor parasse de vir aos congressos com esse traje com a legenda "I S2 Roswell". Esse tipo de piada já perdeu a graça há alguns anos-luz. Se não quiser ser reintegrado, eu pediria que se retirasse. Obrigado.
Continuando: desde que o maldito homem começou a raciocinar, e com isso a observar o que se passa a sua volta, ele tem visto nossas naves e/ou nossos incursores. Logo que aprendeu a se comunicar através da escrita e da arte, registrou isso desde as paredes de suas cavernas até sites de internet. Com a nossa tecnologia avançadíssima, conseguimos driblar alguns desses avistamentos. Lançamos por exemplo o iBlur, que torna as fotos de nossas naves totalmente borradas para os instrumentos fotográficos medievais dos humanos.
Em seguida conseguimos elevar a qualidade de nossos despistamentos com o iLight, que funciona quase como aquelas canetinhas laser, terráqueas, onde desviamos a atenção de nossas embarcações reais, com pontos de luz que não têm uma rota coerente. Para nossa sorte, o cérebro dos humanos costuma aceitar as coisas mais absurdas!
Não demorou muito e nossos cientistas tiveram uma idéia melhor ainda: o iMeter. Devo dizer que não gostei muito do nome, mas a praticiade supera isso. Trata-se, como todos aqui sabem, de uma imitação de balão metereológico terráqueo, que é deixado nos locais em que nos avistam. Não funcionou muito bem na época de Roswell. Teríamos evitado muita dor de cabeça se não fosse um protótipo ainda e não teríamos perdido nossos v-valiosos companheiros... - desculpem, fico emocionado ao lembrar - ... para autópsias grotescas feitas por açougueiros humanos. Por sorte, nossa equipe de Descrédito Instantâneo conseguiu resolver tudo.
Com os avanços na nossa tecnologia, criamos também o iFluor, que, adicionado a pasta criada pelo nosso cientista, Dr. Kolynys, faz com que os humanos fiquem com as mentes embotadas acerca de nossa existência. Só não entendi até hoje porque eles acharam que aquilo era para passar nos dentes, quando era para ser usado no... sim, qual é a pergunta?
Sim, sim, o flúor também é adicionado à água, e temos vários outros produtos desenvolvidos recentemente, como componentes que os humanos cismam em chamar de diets e lights, sabe-se lá porque. O medo que eles têm de engordar faz com que esse artíficio funcione, mesmo eles não percebendo que continuam engordando do mesmo jeito.
Quero também agradecer ao pessoal do Departamento de Desinformação. Receberam seus devidos méritos pelos filmes Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. O Extraterrestre, Independence Day entre outros. Mas, o assim chamado Incidente Shyamalan não pôde passar em branco. Um funcionário do D.D. deixou vazar como podemos ser detidos e tivemos que arquitetar uma contra-ofensiva, fazendo uma lobotomia química no terráqueo M. Night Shyamalan, para que este não revelasse mais nenhum outro segredo nosso em seus filmes. Como efeito colateral, claro, sua capacidade mental não é mais a mesma. Eu vi Dama da Água e quase fiquei com pena do que aconteceu a ele. Com O Último Mestre do Ar, vi que a coisa é irreversível. Mas, são baixas de guerra, como tantas outras.
Outro elemento em minha pauta é mais uma vez um alerta aos engraçadinhos de plantão para pararem de brincar de Pé Grande, Monstro de Loch Ness e político honesto. Os terráqueos sabem que essas coisas não existem, mesmo que um pequeno grupo insista em levar adiante tais boatos. Também reitero meu pedido ao agente B-Triny que pare de voltar à Terra como Elvis Presley. Aquilo era uma missão temporária. É bom esquecer essa bobagem de Rock'n Roll. Foi um desvio da missão.
Os politicamente corretos em nosso meio vêem reclamando de alguns efeitos colaterais do iFluor, como por exemplo, as pessoas começaram a ler coisas como Paulo Coelho, Stephanie Meyer e Dan Brown. Só posso dizer a esses pacifistas de plantão que os fins justificam os meios. Proteger a Terra vai além de banalidades como terráqueos lendo lixo literário. O iFluor aleija mas não mata.
Vamos tratar também do uso dos buracos de minhoca para nossas viagens. Os cientistas humanos mais céticos juram de pé junto que é impossível que prováveis seres de outro planeta alcancem a Terra e queremos que eles continuem pensando assim. E, por falar nisso, gostaria que parassem de importunar o Sr. Hawkins. Mesmo não tendo lá muito apreço pelos humanos, ainda assim é brincadeira de mau gosto.
Por ora é só, e quero agradecer a presença de todos, principalmente dos grays, do pessoal das Plêiades, dos nosso amigos reptilianos, que ainda desfrutam de certa fama depois daquele seriado televisivo V: A Batalha Final, que voltou a ser exibido com novos atores terráqueos. Se soubessem o quanto vocês curtem fazer tricô e ler um bom livro, ficariam decepcionados. Aliás, falando em seriados é bom monitorizarem aquele tal de Fringe. Arquivo X já nos deu muito trabalho.
Que a Força esteja com vocês. Sim, sim, podem rir, mas sou viciado naquelas porcarias de filmes. Adeus!
(Esse conto foi inspirado pelos meus amigos@vane_zombie e seu marido, Vítor)
Mais um sensacional texto do meu chara, Eudes!
Eu voltei
Eu voltei! Eu consegui.
Há mais de um mês terrestre vagando pelo espaço, consegui retornar à base. Não foi simples. Os insurgentes me arremesaram ao infinito, certos da minha morte. Porquê será que eles nunca, mas nunca fazem do modo mais fácil: um tiro na cabeça. Pra minha sorte, existem os clichês.
Quando fui lançado, eu consegui apertar o botão no meu traje que acionou um módulo de navegação experimental. Era arriscado, mas entre morrer e morrer, não havia muita escolha. Assim que acionei o P.R.O.B.E. (Não me pergunte o que significa, eu não sei) e saltei. Entrei em uma via de acesso que eu nunca poderia imaginar: a estrada do Conhecimento.
Me agarrei às bordas da sabedoria e me alcei até sua superfície. Ela me levava por entre as estrelas numa velocidade assustadora e, ainda assim, fiquei tranquilo. A sabedoria sempre sabe onde nos levar, calma e tranquilamente. Mas, obviamente, não seria uma viagem tão confortável assim. Chuvas de grandes meteoros de ignorância eram constantes e eu me pegava imaginando de onde eles poderiam estar vindo. Estranhamente, mesmo isso, me fez sentir falta da Terra.
Quando fui jogado para fora da Cargo XIII, eu, um simples imediato fiel ao Capitão, não poderia imaginar vir parar aqui, tão longe e tão perto de casa. Foi durantes estes devaneios que um meteoro bem maior, de Intolerância Religiosa, acertou a superfície da Sabedoria onde eu viajava. Esta se manteve intacta, mas eu fui arremessado novamente para o espaço.
Fui atingindo por uma chuva de Dèja Vu e de repente me vi observando a três cópias de mim mesmo, em seus devidos trajes espaciais, exatamente iguais aos meus. Não era uma viagem no tempo. Era um encontroin loco. Todos eles pareciam não se dar conta uns dos outros e tampouco de mim. Aquela sensação de dèja vuera a mais diferente que já senti. Ver a mim mesmo, tão próximo. Por um instante senti um pouco de pena deles, pois estavam tão perdidos quanto eu.
Então, como poeira espacial, minhas cópias se dissiparam. E a chuva de Déja Vu cósmico cessou. Eu comecei a ser levado pela gravidade da estrada do Conhecimento, que parecia ter algum tipo de propulsão. Ou seria apenas eu?
Fui arremessado para as profundezas da Filosofia, mas sentia que minha rota continuava firme. Aliás, graças a muito da Filosofia é que o módulo P.R.O.B.E. pôde ser inventado e, aqui estou eu, servindo de cobaia para comprovar seu funcionamento. Este é apenas um de três módulos. Me apresentei como voluntário e o governo aprovou. Não teria nada a perder e uma aventura a mais sempre é bem-vinda. É a minha filosofia de vida.
Um vento platônico corrige meu curso e entro na corrente aristotélica. A estrada da Filosofia é longa e com muitas direções, preciso manter o curso para chegar em casa. Mas, não fico por ali muito tempo. Um redemoinho de Teologia quase me engolfa, mas sou salvo por um pedaço de Raciocínio Lógico. Procuro então os ventos mais calmos da Ficção-Científica. Me distraio um pouco e quase sou acertado pelos devaneios de H. G. Wells.
A viagem é longa, e meu alimento é todo tipo de saber que a estrada me proporciona, assim me fortaleço para a fase final: a estrada do Auto Conhecimento. Só assim conseguirei chegar em casa, à base operacional e sair do P.R.O.B.E. sem grande danos. Porém, ao mesmo tempo, ser jogado dentro de si mesmo, pode ser um pouco doloroso e traumático. Mas, é isso ou morrer no espaço.
Pego o desvio e entro na estrada. Ela me leva direto para meu sentimentos mais profundos e alguns até mesmo desconhecidos por mim. Escuto as palavras de meu pai, mas elas são silenciosas. Não há conhecimento, não há conselhos, nem ensinamentos. É como um buraco negro. Um grande nada. Mas, não posso fraquejar, mesmo na falta de uma estrada onde andar, eu busco um desvio, para onde as sábias palavras de minha mãe estão. E não só as suas palavras, mas tudo que aprendi na vida.
Vejo lá embaixo algo como as luzes de um espaçoporto. Cada luz é um sinal, uma representação do aprendizado de uma vida inteira. Estabilizo o corpo, e mesmo com a turbulência da minha ignorância interior - pois estamos sempre aprendendo - eu consigo aterrisar. Como um paraquedista, eu caio de joelhos e saio da estrada do conhecimento, para emergir na base terrestre de Colmar-Temert. O P.R.O.B.E. me trouxe são e salvo.
Eu voltei! Eu consegui.
Há mais de um mês terrestre vagando pelo espaço, consegui retornar à base. Não foi simples. Os insurgentes me arremesaram ao infinito, certos da minha morte. Porquê será que eles nunca, mas nunca fazem do modo mais fácil: um tiro na cabeça. Pra minha sorte, existem os clichês.
Quando fui lançado, eu consegui apertar o botão no meu traje que acionou um módulo de navegação experimental. Era arriscado, mas entre morrer e morrer, não havia muita escolha. Assim que acionei o P.R.O.B.E. (Não me pergunte o que significa, eu não sei) e saltei. Entrei em uma via de acesso que eu nunca poderia imaginar: a estrada do Conhecimento.
Me agarrei às bordas da sabedoria e me alcei até sua superfície. Ela me levava por entre as estrelas numa velocidade assustadora e, ainda assim, fiquei tranquilo. A sabedoria sempre sabe onde nos levar, calma e tranquilamente. Mas, obviamente, não seria uma viagem tão confortável assim. Chuvas de grandes meteoros de ignorância eram constantes e eu me pegava imaginando de onde eles poderiam estar vindo. Estranhamente, mesmo isso, me fez sentir falta da Terra.
Quando fui jogado para fora da Cargo XIII, eu, um simples imediato fiel ao Capitão, não poderia imaginar vir parar aqui, tão longe e tão perto de casa. Foi durantes estes devaneios que um meteoro bem maior, de Intolerância Religiosa, acertou a superfície da Sabedoria onde eu viajava. Esta se manteve intacta, mas eu fui arremessado novamente para o espaço.
Fui atingindo por uma chuva de Dèja Vu e de repente me vi observando a três cópias de mim mesmo, em seus devidos trajes espaciais, exatamente iguais aos meus. Não era uma viagem no tempo. Era um encontroin loco. Todos eles pareciam não se dar conta uns dos outros e tampouco de mim. Aquela sensação de dèja vuera a mais diferente que já senti. Ver a mim mesmo, tão próximo. Por um instante senti um pouco de pena deles, pois estavam tão perdidos quanto eu.
Então, como poeira espacial, minhas cópias se dissiparam. E a chuva de Déja Vu cósmico cessou. Eu comecei a ser levado pela gravidade da estrada do Conhecimento, que parecia ter algum tipo de propulsão. Ou seria apenas eu?
Fui arremessado para as profundezas da Filosofia, mas sentia que minha rota continuava firme. Aliás, graças a muito da Filosofia é que o módulo P.R.O.B.E. pôde ser inventado e, aqui estou eu, servindo de cobaia para comprovar seu funcionamento. Este é apenas um de três módulos. Me apresentei como voluntário e o governo aprovou. Não teria nada a perder e uma aventura a mais sempre é bem-vinda. É a minha filosofia de vida.
Um vento platônico corrige meu curso e entro na corrente aristotélica. A estrada da Filosofia é longa e com muitas direções, preciso manter o curso para chegar em casa. Mas, não fico por ali muito tempo. Um redemoinho de Teologia quase me engolfa, mas sou salvo por um pedaço de Raciocínio Lógico. Procuro então os ventos mais calmos da Ficção-Científica. Me distraio um pouco e quase sou acertado pelos devaneios de H. G. Wells.
A viagem é longa, e meu alimento é todo tipo de saber que a estrada me proporciona, assim me fortaleço para a fase final: a estrada do Auto Conhecimento. Só assim conseguirei chegar em casa, à base operacional e sair do P.R.O.B.E. sem grande danos. Porém, ao mesmo tempo, ser jogado dentro de si mesmo, pode ser um pouco doloroso e traumático. Mas, é isso ou morrer no espaço.
Pego o desvio e entro na estrada. Ela me leva direto para meu sentimentos mais profundos e alguns até mesmo desconhecidos por mim. Escuto as palavras de meu pai, mas elas são silenciosas. Não há conhecimento, não há conselhos, nem ensinamentos. É como um buraco negro. Um grande nada. Mas, não posso fraquejar, mesmo na falta de uma estrada onde andar, eu busco um desvio, para onde as sábias palavras de minha mãe estão. E não só as suas palavras, mas tudo que aprendi na vida.
Vejo lá embaixo algo como as luzes de um espaçoporto. Cada luz é um sinal, uma representação do aprendizado de uma vida inteira. Estabilizo o corpo, e mesmo com a turbulência da minha ignorância interior - pois estamos sempre aprendendo - eu consigo aterrisar. Como um paraquedista, eu caio de joelhos e saio da estrada do conhecimento, para emergir na base terrestre de Colmar-Temert. O P.R.O.B.E. me trouxe são e salvo.
Eu voltei! Eu consegui.
Postado por outro Eudes
A extinção das abelhas e o fim da humanidade

Há pouco tempo fiquei sabendo desta notícia e achei tão alarmante que decidi postá-la aqui. Parece que o uso de transgênicos já esta mostrando seus efeitos. As abelhas estão entrando em extinção e, sem elas, restará pouco tempo de vida para a humanidade.
Primeiro, elas começaram a desaparecer nos Estados Unidos, depois no Canadá e, então, no Brasil. Na província de Sechuan, Sul da China, as abelhas desapareceram nos anos 1980, devido ao uso descontrolado de pesticidas. Para sobreviver, os agricultores têm de polinizar manualmente as pereiras, três milhões de flores polinizadas diariamente por uma colméia transformaram-se num trabalho lento e árduo, de mão-de-obra intensiva. O que aconteceu na China pode ser o prenúncio do que irá suceder no resto do mundo. O problema é que não existem seres humanos suficientes para fazer o trabalho das abelhas e, assim, evitar o desaparecimento de parte substancial da nossa cadeia alimentar. As abelhas estão a morrendo e, desde 2006, em um ritmo muito mais elevado devido a uma doença chamada colony colapse disorder (CCD). Nos Estados Unidos, um terço das colméias foram destruídas - 800 mil em 2007 e um milhão em 2008. Europa, Ásia, América Central e do Sul registram perdas idênticas. A grande consequência da morte destes insetos é a fragilização da produção mundial de alimentos, principalmente pelo fato de nós dependermos quase que exclusivamente das abelhas para a polinização das plantas. Além disso, um risco secundário, mas não menos importante, é o de afetarmos toda a ecologia local, porque essas abelhas também acabam polinizando as plantas nativas e, a partir do momento em que você elimina os polinizadores, essas plantas nativas deixarão de se reproduzir e, com isto, nós poderemos estar alterando profundamente os ecossistemas. O assunto é tão sério que o Congresso Nacional dos Estados Unidos liberou verbas específicas para pesquisas sobre este tema. Segundo Einstein, se as abelhas forem extintas, a humanidade morrerá. O maior cientista do século XX via a natureza como obra divina, de extrema complexidade e delicadeza, onde todos os elementos se interrelacionam: a quebra da harmonia entre os seus diversos níveis levará à destruição e ao caos.
O fim do mundo segundo Einstein:
"Se as abelhas desaparecerem da superficie da terra, então o homem só terá quatro anos de vida"
ANO 1: Desaparecem as frutas (com exceção das bananas e dos ananases) e a maior parte dos vegetais.
ANO 2: Morrem todos as aves e animais herbívoros, pois sem flores polinizadas, há menos sementes, folhas, flores e frutos.
ANO 3: Morrem todos os animais carnívoros.
ANO 4: Desaparece o que resta da humanidade depois das crises alimentares.
Eu sinceramente acho que se a humanidade aderir ao canibalismo, ainda poderá durar dois ou três anos a mais.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Skynet
Para quem não entendeu;
Na série de filmes 'Exterminador do Futuro', a Skynet é a primeira inteligência artificial, que se revoltou contra o seu próprio criador. A Skynet opera por via de outros robots e sistemas de computador.
Origem e Natureza
Na saga de filmes e series de ficção cientifica "O exterminador do futuro" (Terminator no original em inglês), Skynet é um software de computador baseado no sistema de defesa criada pelos seres humanos no final do século 20.
No enredo , Skynet é colocada no controle de todo o setor de defesa dos Estados Unidos, ate que um dia, os humanos descobrem que ele (o software) possui auto-conhecimento (IA); então tentam desativa-lo mas ele revida e acredita que os humanos são uma ameaça à sua existência, em seguida, utiliza armas da própria humanidade para destruir a população em massa em uma campanha para exterminar a raça humana.
De início de desenvolvimento em Skynet foi originalmente feito pela Cyberdyne Systems, mas quando a sede da empresa, a "R & Facility D" foi destruída, a Força Aérea Americana comprou a Cyberdyne e o grupo recém formado "Cyber Research Systems Division" começou o desenvolvimento de uma nova Skynet. A Skynet foi construída como uma "Rede Global de Defesa Digital", dado o comando sobre todo o hardware informático militar e sistemas, incluindo o B-2 da frota de bombardeiros Stealth e toda a o arsenal de armas nucleares da America. A estratégia por trás da criação da Skynet foi para afastar a possibilidade de erro humano e lentidão do tempo de reação para garantir a rápida e eficiente resposta a possíveis ataques inimigos. Como proteção adicional em caso de infiltração inimiga o sistema não tinha nenhum núcleo de sistema centralizado de modo que não podia ser desativado para paralisar as defesas.
Foram lançados muitos mísseis nucleares nos Estados Unidos sob o controle da Skynet que, em seguida, foram lançados na Rússia, à qual respondeu da mesma forma, disparando muitos de seusmísseis nucleares de volta para os Estados Unidos. Como resultado do intercâmbio nuclear, mais de três bilhões de seres humanos foram mortos em apenas alguns minutos. Esse dia ficou conhecido como "O Julgamento Final" (Judgement Day) (FONTE: WIKIPÉDIA)
Será que estamos caminhando mesmo para o nosso fim? O.o
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Otaku, mais que um simples nerd
Vou contar uma coisa sobre mim, eu leio e acompanho o mangá de Bleach, Naruto, Fairy Tail, HOTD e o HQ norte-americano The Walking Dead. Já terminei de ler o Love Hina, Vitamin, Evangelion e Hotel.
;P E pretendo começar; Hunter x Hunter, Hellsing, One Piece entre outros.
Acho que já deu para perceber que sou uma espécie de OTAKU, sobre isso...
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
;P E pretendo começar; Hunter x Hunter, Hellsing, One Piece entre outros.
Acho que já deu para perceber que sou uma espécie de OTAKU, sobre isso...
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Alguns também já ouviram falar por aí, mas acabam criando conclusões precipitadas quanto à definição do termo.
Para alguns, otaku é aquele jovem que é vidrado em animês, mangás e games, além disso passa horas falando besteiras e se comportando como criança, e mais, não liga muito para sexo ou um simples relacionamento conjugal. Mais ser otaku é mais que isso e todos nós temos no nosso comportamento um pouco de otakismo.
Segundo conceito determinado por grandes pesquisadores da cultura nipônica, o otaku é o indivíduo que vive à margem da sociedade simplesmente por ser diferente dos demais. Essa diferença se dá por ser muito inteligente ou ter ideias mirabolantes que podem salvar o mundo, mas que acabam sendo vistas como inválidas.
Mas ele não gosta de animês e mangás? Sim, sim. Ele acaba se apegando as coisas materiais por não poder participar do sistema imposto pela sociedade. E se tratando de sociedade japonesa, onde esse termo tem uma aplicação maior, a situação é bem mais séria.
Sentido de grupo, o inimigo dos otakus
No Japão, o sentido de grupo passa dos limites, pois todos devem ser iguais, qualquer prego que se destaque deve ser martelado. Assim criar um mundo só seu e se apegar ao irreal são as principais características do comportamento otaku.
Ai questiono, quem aqui nunca se sentiu excluído e teve que se isolar em mundo próprio, onde os problemas são resolvidos sem ninguém atrapalhar? Todos né? E mais, por se isolar foi visto como mimado, idiota ou coisa do tipo?
Todo mundo tem seu jeito otaku de ser.
Via Diário Otaku
domingo, 10 de julho de 2011
ATERRO MILITAR DA SUÉCIA
A Europa está repleta de aeródromos militares abandonados. A maioria, provenientes de combates, encontram-se tomados pela vegetação em fazendas e campos que surgiram após o término das guerras.
O aeródromo Rinkaby, na Suécia, é usado hoje como um campo de treinamento de soldados suecos, dinamarqueses e noruegueses em todos os aspectos do combate.
Leia mais aqui: Aterro militar da Suécia - Os BonecO
quinta-feira, 5 de maio de 2011
REDAÇÃO FEITA POR UMA CDF
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa... leia até o fim!!!

Redação:
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
domingo, 10 de abril de 2011
AUTODESTRUIÇÃO?

...apesar de tão pouco tempo, fizemos tanto estrago heim ?
Por vezes, preocupamo-nos com tantas coisas triviais, alimentando-nos dos nossos problemas cotidianos, valorizamos coisas materiais ridículas, e não damos qualquer valor ao que realmente interessa. O vídeo ( A fronteira estava em toda parte, Carl Sagan) é uma verdadeira lição de humildade, nos convida a antiga esquecida arte do refletir...Sobre que é a vida? Quem somos nós? e nosso "único" planeta...

A nave Voyager 1 capturou essa imagem da Terra, à distância de mais de 4 bilhões de milhas da Terra, bem nos limites do Sistema Solar. Essa imagem (acima) ficou famosa, sendo conhecida como "Pale Blue Dot" (Pálido Ponto Azul), que também dá nome a um livro de Carl Sagan, que se inspirou nessa imagem. A Terra aparece como um mero ponto (destacado em círculo azul na imagem acima).
Quando a Humanidade deu seu grande salto na Lua em 1969, em torno de meio bilhão de pessoas assistiram empolgadas em pequenas TVs em preto e branco a dois astronautas pisarem em outro mundo. O evento marcou toda uma geração e continua sendo um dos maiores feitos de nossa espécie, mas apesar de tanto avanços tecnológicos eu pergunto:Será que salvaremos nosso planeta desse jeito?
Agora não se trata mais de uma guerra nuclear e sim de negligencia e imprudência nuclear. No Japão é iminente uma epidemia radioativa. Portanto, não façamos como Chernobyl.
Vamos cuidar deste ponto pálido azul. Talvez sejamos os únicos de todo o universo que temos um planeta tão magnífico. Não é sorte. Não é acaso. Não é destino. A tudo isso chamamos de vida...
Trecho da narração de Carl Sagan para Cosmos, renovada com uma série de cenas de tirar o fôlego.
Via: Folha do Bosque
Assinar:
Postagens (Atom)
















