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Descoberto Planeta capaz de Sustentar Vida
Cientistas descobriram um Planeta que possui o tamanho correto, a densidade correta e a distância correta da estrela para abrigar vida tal qual a conhecemos.


Gliese 581 é uma estrela anã vermelha de tipo espectral M3V localizada a 20,3 anos-luz da Terra. Essa estrela tem um terço da massa do Sol, e é a 87ª estrela mais próxima dele. Existem cinco planetas que orbitam Gliese 581: Gliese 581b, Gliese 581c, Gliese 581d, Gliese 581e e Gliese 581g.
Gliese 581 é famosa por ser a estrela em volta da qual orbita o provável primeiro planeta potencialmente habitável fora do Sistema Solar,Gliese 581c, que foi descoberto em abril de 2007. Gliese 581 tem aproximadamente um terço da massa do Sol e fica situada a 20,5 anos-luz da constelação de Libra.
Gliese 581 é famosa por ser a estrela em volta da qual orbita o provável primeiro planeta potencialmente habitável fora do Sistema Solar,Gliese 581c, que foi descoberto em abril de 2007. Gliese 581 tem aproximadamente um terço da massa do Sol e fica situada a 20,5 anos-luz da constelação de Libra.
“Pessoalmente, dada a propensão da vida como a conhecemos de brotar em qualquer oportunidade, eu diria que as chances de existir vida neste planeta beiram 100%” disse Steven Voght, professor de astronomia e astrofísica na Universidade da Califórnia ao Discovery News.
O Planeta G, sexto membro da família de Gliese 581, orbita no meio do que se chama de “Região habitável” na qual a água pode existir em forma líquida, e possui cerca de 1,5 vezes o tamanho da Terra, o que garante uma atração gravitacional para fazer com que esta água possa se acumular em lagos e mares. O Planeta tem sua rotação na mesma velocidade da translação, o que faz com que um dos lados do Planeta esteja sempre de dia e o outro sempre à noite. “Isso garante zonas com temperaturas estáveis, onde ecossistemas podem se desenvolver” disse Vogt.
A tecnologia que dispomos hoje em dia não permite ainda que os cientistas possam analisar os componentes da atmosfera do planeta em busca de químicas que indiquem a presença de vida, mas a largada foi dada em direção à busca de vida em outros planetas… e 20 anos luz é logo ali!
Fonte: Discovery
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Mortos zumbis na Indonésia
Parace que na Indonésia estão usando Magia Negra para fazer os mortos andarem. O objetivo é levar os corpos para cemitérios com acesso mais difícil.
O morto não devem ser nomeado e depois que ele cai, não levanta novamente... São acompanhados apenas pelo feiticeiro da Magia Negra que vai atrás deles...
O morto não devem ser nomeado e depois que ele cai, não levanta novamente... São acompanhados apenas pelo feiticeiro da Magia Negra que vai atrás deles...
Isso é "comum" no Haiti, onde afirmam que o voodoo(Vudu) é capaz de fazer mortos virarem zumbis e servirem aos feiticeiros...
Macabro não é ?
Macabro não é ?
Via no: MEDOB
Fonte: Cabuloso
bifurcação - 28 de Setembro
Eu procurei, jurei que não iria mais falar de mim.
Porquê eu achei que eu tinha outras historias pra contar.
Tudo o que eu sempre procurei,
Tudo o que eu sempre sonhei não vale nada se não enxergo um palmo a frente,
Então nem tente olhar pra trás.
Não existe uma só curva nessa estrada, preciso de uma bifurcação.
Porquê eu achei que eu tinha outras historias pra contar.
Tudo o que eu sempre procurei,
Tudo o que eu sempre sonhei não vale nada se não enxergo um palmo a frente,
Então nem tente olhar pra trás.
Não existe uma só curva nessa estrada, preciso de uma bifurcação.
domingo, 26 de setembro de 2010
Vida em Marte?
1. Introdução
Marte sempre exerceu um fascínio no ser humano. Prova disso foi a reação do público à histórica transmissão de A Guerra dos Mundos (de H. G. Wells), feita por Orson Welles em 1938. Mas seria possível haver vida em Marte? Ou estaria esta possibilidade totalmente descartada?Mas, antes, é interessante darmos uma revisitada no histórico da busca por vida em Marte.
2. Histórico
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| Mariner 4 |
Isto inspirou escritores como H. G. Wells a escreverem verdadeiras obras primas como A Guerra dos Mundos, entre outros livros. Mas isso tudo foi por terra quando as primeiras fotos de Marte foram tiradas pela sonda Mariner 4.
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| Viking 1 |
Contudo, uma nova controvérsia nasceu em julho de 1976, com uma das fotos tiradas pela sonda Viking 1 Orbiter. Nessa imagem em particular havia o que se parecia muito com uma face humana, que ficou conhecida como A Face de Marte. O que foi entendido por muitos como uma estrutura artificial, algo que teria sido construído por alguma civilização extraterrestre, que teria vivido em Marte, ou que teria passado por ali. Algo como a Esfinge, do Egito.
Novas fotos foram tiradas posteriormente, comprovando que aquela figura não passava de pareidolia. Em outras palavras, era apenas um monte comum que, devido à iluminação do sol no momento da imagem, assim como à baixa resolução da mesma, acabou ficando com a aparência de uma face humana. Ainda assim, a controvérsia ainda não acabou. Talvez só acabe quando uma foto colorida e de alta resolução for tirada desta formação, ou talvez nem assim. Abaixo segue uma comparação entre as fotos de 1976 (tirada pela Viking 1 Orbiter), de 1998 (tirada pela Mars Global Surveyor - MGS) e de 2001 (também pela Mars Global Surveyor).
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| Imagens de Cydonia capturadas por: Viking 1 em 1976 – MGS em 1998 – MGS em 2001 |
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| Viking lander |
4 (Quatro) experimentos foram realizados pelas Vikings. Dois destes experimentos (Gas Chromatograph — Mass Spectrometer e Gas Exchange) deram resultado negativo. O terceiro, Labeled Release, para o espanto de todos, deu resultado positivo. O quarto, Pyrolytic Release, negativo novamente.
Contudo, como nenhuma evidência de composto orgânico foi encontrada no solo marciano no primeiro teste (Gas Chromatograph — Mass Spectrometer), a comunidade científica em geral concluiu que o resultado positivo do terceiro teste deve-se a processos puramente químicos. O que, segundo o cientista do projeto Viking Dr. Gerald Soffen, “não prova que não há vida em Marte. Isto simplesmente diz que, nos dois lugares distintos do planeta que desembarcamos, provavelmente não há organismos vivos.”
Após isto, várias outras missões foram lançadas a Marte, cada uma com sua importância e descobertas, mas nenhuma conseguiu encontrar sinais de vida. Uma mudança nesse quadro só veio a acontecer com a sonda Phoenix, lançada em 4 de agosto de 2007, tendo pousado em Marte em 25 de maio de 2008. Outras mudanças vieram com o robô Spirit, lançado em 10 de junho de 2003, tendo pousado em Marte em 4 de janeiro de 2004.
3. As Descobertas da Sonda Phoenix
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| Phoenix Lander |
A sonda Phoenix fez várias descobertas, entre elas estão o fato de nevar no planeta vermelho e de seu solo conter um sal chamado perclorato.
A descoberta do perclorato foi uma surpresa, sem dúvida alguma. Inicialmente, a NASA não tomou uma posição clara sobre se isto seria uma boa ou uma má notícia para a vida em Marte. “Encontrar perclorato não é bom nem ruim para a vida, mas nos faz repensar a forma como pensamos sobre vida em Marte”, disse Michael Hecht, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, cientista líder para Microscopia, Eletroquímica e Analisador de Condutividade (MECA, sigla em inglês), o instrumento que inclui o laboratório de química úmida da Phoenix.
Ao mesmo tempo, já se especulava que a presença deste sal seria um impecílio para a vida em Marte. Conforme o site da CNN, “As novas descobertas da Phoenix coloca mais dúvidas sobre a possibilidade de que exista vida na superfície de Marte. Mas eles não descartam a possibilidade de que a vida tenha existido, nem exclui necessariamente a possibilidade de que a vida exista hoje, talvez em aquíferos subterrâneos profundos.”
Contudo, uma descoberta feita no deserto do Atacama, Chile, que é um dos pontos mais secos do planeta, resolveu este problema. Cientistas encontraram micróbios vivendo em depósitos de nitratos em associação com percloratos, como pode ser lido aqui. Assim, agora sabemos que os micróbios podem sobreviver felizes em condições oxidantes.
E adivinhem? De novo, uma nova controvérsia nasce, novamente devido ao perclorato. Agora, segundo este artigo da NewScientist, em vez de identificar os elementos químicos que poderiam apontar para a vida, os robôs exploradores da NASA podem tê-los queimado por engano.
E segundo o artigo científico “Combustion Of Organic Molecules By The Thermal Decomposition Of Perchlorate Salts: Implications For Organics At The Mars Phoenix Scout Landing Site”, que pode ser encontrado aqui:
Implicações para Marte.A presença de um oxidante forte (isto é, sal de perclorato) no solo no local da aterrissagem da Phoenix provavelmente queimou materiais orgânicos durante a pirólise executada pelo TEGA. Portanto, é altamente provável que nenhum fragmento orgânico fosse detectado pelo TEGA, a não ser que estivessem presentes em concentrações que pudessem superar o oxidante. Nenhum fragmento orgânico foi detectado pelo TEGA, apesar de que os espectros de massa ainda estão sendo calibrados e analisados pela equipe científica da Phoenix, para possíveis fragmentos orgânicos. Estamos neste momento analisando os resultados da análise térmica para as amostras de solo da Phoenix, em busca de picos exotérmicos na região 300 a 500°C.Os instrumentos da Viking GC/MS não detectaram moléculas orgânicas até ao nível de partes por bilhão. Materiais orgânicos (se existirem) nos locais da Viking, podem ter sido queimados pela decomposição térmica de sais de perclorato, se os sais de perclorato forem mais generalizados no solo marciano, e não apenas no local da aterrissagem da Phoenix.
Resumindo: o artigo da NewScientist parece estar correto. É verdade que não há como saber se havia vida (ou mesmo material orgânico) nos locais examinados pela Viking Lander, mas poderia haver sim, desde que em menores concentrações do que de perclorato. Lembrando que o perclorato é muito utilizado como combustível de foguetes.
4. As Descobertas do Robô Spirit
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| SpiritCV |
O robô Spirit está preso no deserto marciano, numa região chamada de Tróia, nome dado em homenagem à lendária cidade grega, desde abril de 2009. Contudo, em junho do mesmo ano ele atolou de vez.
Apesar de parecer algo péssimo, isto na realidade permitiu ao Spirit fazer uma das maiores descobertas em Marte. Com as repetidas tentativas de se liberar, tudo o que o Spirit conseguiu foi revirar o solo, descobrindo sulfatos que estavam enterrados. Este é um material extremamente fino, contudo o topo desse material é duro.
Isto fez os cientistas pensarem o seguinte: Quando um pólo marciano fica apontado para o sol no verão marciano, ele fica mais quente nesse pólo e o gelo de água muda para o equador. Ainda neva lá! Solo escuro e quente sob a neve faz com que a camada inferior da neve derreta. A água escorre para os sulfatos, dissolvendo os sulfatos de ferro que são solúveis em água, formando uma crosta com o sulfato de cálcio remanescente.
Ou seja, por estar preso, em Tróia, o Spirit tem sido capaz de nos ensinar sobre o moderno ciclo da água em Marte.
Isso nos faz pensar em outro tipo de vida, que poderia existir no planeta vermelho: algo como os microorganismos encontrados nos Vales Secos da Antártida. A possibilidade é real, só precisamos analisar o solo marciano com mais cuidado e, talvez, com um belo microscópio.
5. Meteorito ALH84001
O meteoro ALH84001 foi encontrado em 27 de dezembro de 1984, na região chamada Allan Hills, na Antártida. Em 1996 a NASA anunciou ter encontrado evidências nele, de que teria existido vida primitiva na Marte antiga.
O anúncio da possível vida extraterrestre causou controvérsia na época e abriu interesse na exploração de Marte. Quando a descoberta foi anunciada, muitos imediatamente conjecturaram que os fósseis foram a primeira evidência real de vida extraterrestre – fazendo com que manchetes pipocassem por todo o mundo, e levando até mesmo o presidente dos E.U. A., Bill Clinton, a fazer um anúncio formal, televisionado, para marcar o evento.
Após isto vários estudos foram publicado, parte apoiando a hipótese de origem orgânica, parte indicando outras hipóteses, não orgânicas, para a formação daquilo que foi encontrado no meteoro. Estas outras hipóteses variam de contaminação terrestre, a origem puramente geológica.
E a controvérsia continua ainda hoje. Em novembro de 2009 um novo artigo foi publicado, afirmando que a vida continua a ser a explicação mais plausível para os materiais e estruturas encontradas no meteorito. Uma matéria sobre este tema também foi publicada aqui.
6. Conclusões
Antes de mais nada, é bom que se diga que a ciência não é algo rígido, imutável. Ao contrário, a ciência é um processo, do qual o conhecimento se forma. Assim, não há problemas caso erros sejam cometidos, pois, afinal, cedo ou tarde eles serão corrigidos. Isso acontece na astronomia, na astrobiologia, na física, na geologia, etc.
Quanto a Marte, cada vez que avançamos no estudo deste planeta vermelho, temos novas surpresas. Com tudo isso pode parecer que, quanto mais o estudamos, menos sabemos dele, mas não é verdade. Realmente ainda não sabemos se Marte tem vida, verdade, mas já sabemos que essa possibilidade existe e mais que isso: já sabemos de um ótimo local onde procurar por ela: nos acúmulos de perclorato. Além disso, a descoberta do ciclo das águas de Marte, feita pelo robô Spirit, abre ainda mais possibilidades. Assim, podem existir micróbios vivendo também na região de Tróia.
Isto tudo sem falar da descoberta de que há gás metano na atmosfera marciana. Esta descoberta foi feita a partir de observações feitas com dois telescópios, ambos instalados em Mauna Kea, Havaí. A importância desta descoberta é que ela indica que Marte é biologicamente ou geologicamente ativo. Mais sobre esta descoberta também pode ser lido aqui.
Assim, tudo o que temos de fazer é esperar que novas tecnologias sejam criadas pela NASA ou pela ESA (ou ambas), para que sejam lançadas novas sondas à Marte para que, quem sabe, sinais de vida sejam finalmente detectados no planeta vermelho.
Já quanto ao meteoro ALH84001, em minha opinião, dificilmente um consenso será formado, ao menos não antes de, de fato, serem detectadas evidências de vida em Marte, seja ela antiga ou presente.
P.S.: Eu havia postado este texto originalmente no AstronomiaBR, que infelizmente saiu do ar. Mas eu o atualizei com os dados dos experimentos e descobertas das Vikings.
Fonte de pesquisa: Pensodores.org
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Combustão Humana Espontânea
Combustão Humana Espontânea (em inglês Spontaneous Human Combustion) é um dito fenômeno no qual o corpo humano queima sem nenhuma fonte de ignição aparente. Dos 200 casos apontados como de combustão espontânea, muitos se baseiam em relatos orais ou possuem grande falta de evidências. Aparentemente, esses fatos vêm ocorrendo durante quase 300 anos.
Os céticos alegam muitas explicações científicas para a combustão: fontes de calor externas, como cigarros; a ignição de gases inflamáveis como o metano dentro do corpo, por ação de enzimas; taxas altas de álcool no sangue; eletricidade estática entre as roupas e o corpo; ou até mesmo relâmpagos. Algumas pessoas também atribuem esse fenômeno a seres paranormais ou a experiências extraterrestres.
Cientistas afirmam que o chamado “Efeito Pavio” pode ser a causa. Essa teoria defende que as roupas da vítima funcionariam como o pavio de uma vela, e seu tecido adiposo seria o combustível. Com as roupas empapadas de gordura, a vítima poderia queimar facilmente. O Efeito Pavio é comprovadamente real, podendo ocorrer em certas condições observadas pelos cientistas. Essa teoria é a mais difundida explicação para a Combustão Humana Espontânea, mas não a única. Uma causa real que explique todos os casos documentados não foi encontrada ainda.
Supostos Casos de Combustão Humana Espontânea:
Phyllis Newcombe: Uma moça de 22 anos chamada Phyllis Newcombe descia as escadas do Shire Hall em Chelmsford, Inglaterra, quando subitamente seu vestido pegou fogo sem causa aparente. Ela correu de volta para o local, onde acabou desmaiando. Apesar de ter sido imediatamente socorrida e levada para o hospital, Phyllis acabou morrendo. Teoriza-se que o vestido dela tenha sido queimado por um cigarro ou fósforo, mas vestígio algum foi encontrado na escadaria.
Robert Francis Bailey: Em 13 de Setembro de 1967, por volta das 5:21 da manhã, um grupo de trabalhadoras notou uma chama azulada saindo da janela de um abrigo para indigentes e ligou para os bombeiros, temendo ser um vazamento de gás. Quando a brigada de bombeiros chegou ao local, encontrou o sem-teto Bailey caído no segundo andar da construção, perto das escadas. Havia um corte longo no seu abdômen do qual saíam chamas azuladas que estavam começando a queimar a escadaria. O fogo foi apagado, mas Bailey já estava morto. A causa de sua morte foi asfixia pelos gases de sua própria combustão. Não havia nenhuma fonte de ignição perto dele, como isqueiros ou fósforos, e Bailey era um não-fumante.
John Irving Bentley: Físico de 92 anos, Bentley foi visto vivo pela última vez por amigos no dia 4 de Dezembro de 1966. No dia seguinte, um rapaz chamado Don Gosnell entrou na casa do idoso para verificar o medidor que se encontrava no porão. Quando entrou no porão, Gosnell sentiu um cheiro estranho e uma leve luz azulada, que o deixou intrigado. Ele subiu as escadas e encontrou o Sr. Bentley na banheira, cercado de fumaça e cremado. Apenas o pedaço inferior da perna do físico, ainda com seu chinelo, estava intacto. A banheira estava seriamente chamuscada, mas fora isso nada no local, inclusive o andador do idoso, que se encontrava a poucos centímetros da banheira, mostrava qualquer sinal de fogo. Gosnell correu para buscar ajuda completamente em choque. A causa da morte foi asfixia e cremação de 90% do corpo. A primeira hipótese levantada foi a de que o idoso pudesse ter queimado devido ao seu cachimbo, descartada após o mesmo ter sido encontrado no quarto ao lado, em cima de um criado-mudo.Jean Lucille Saffin: 1982, a portadora de necessidades especiais Jean Lucille Saffin irrompeu em chamas na frente de seu pai de 82 anos, em Edmonton, no norte de Londres. De acordo com o Sr. Saffin, ele viu um repentino flash de luz e se virou para a filha, cuja metade superior do corpo estava coberta pelas chamas. Com a ajuda de seu genro Donald Caroll, ele conseguiu apagar as chamas e levar Jean para o hospital, aonde ela veio a falecer uma semana depois devido a suas queimaduras de terceiro grau. Algumas pessoas afirmam que uma brasa do cachimbo do Sr. Saffin pode ter queimado as roupas de Jean. Nada no quarto foi danificado pelas chamas.
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Vítimas de Efeito Pavio
Homicídio em Oregon: Em 1991, no estado do Oregon, Estados Unidos, dois andarilhos encontraram o corpo queimado de uma mulher e avisaram as autoridades. A vítima estava acima do peso, e a maior parte de seu torso, parte superior das pernas e braço direito havia sido quase completamente consumida pelas chamas, deixando apenas os ossos. Foram verificadas marcas de facadas em seu peito e costas, e sua pélvis e coluna vertebral tinham sido reduzidas a cinzas. Após esfaquear a mulher, o assassino encharcou seu corpo e roupas com fluido para churrascos, formando uma perfeita situação para o efeito pavio: Um ambiente bem oxigenado, uma ignição inicial, um corpo imóvel e uma boa quantidade de gordura para queimar. Preso, o assassino confessou.
Morte em Geneva: Em 2006, o corpo queimado de um homem foi descoberto em sua casa em Geneva, Suíça. Tudo entre seu peito e joelhos havia sido queimado, tendo a causa do fogo sido possivelmente um ataque cardíaco enquanto fumava. Além do corpo, a cadeira também havia sido totalmente queimada, mas o resto do quarto se encontrava intacto, com apenas um óleo marrom ou uma capa gordurosa. O cachorro do homem também foi encontrado morto, asfixiado devido aos gases da combustão.
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Supostos Sobreviventes da Combustão:
Debbie Clark: Em setembro de 1985, Debbie estava voltando para casa quando percebeu um flash de luz azul ocasional. Ela então percebeu que a luz vinha dela mesma, e entrou no jardim para mostrar à mãe. A mãe de Debbie começou a gritar e trouxe a filha para dentro, tirando seus sapatos, e mesmo assim a luz não sumiu, desaparecendo apenas quando Debbie foi colocada debaixo d’água. Segundo Debbie e sua mãe, Dianne, a luz era de um azul-elétrico.
Susan Motteshead: Residente de Chesire, Inglaterra, no inverno de 1980 Susan Motteshead estava em sua cozinha, usando pijamas resistentes ao fogo, quando se viu engolfada por um fogo que rapidamente se extinguiu. A única coisa afetada pelo fogo foi o colarinho de sua roupa.
Incompetente - 20 de setembro de 2010
'‘Macarrão diz que Bruno tenta se matar quase todos os dias no presídio”. Eu teria vergonha de ser tão incompetente assim.
Opinião: Para que servem as avaliações de alunos e professores?
Sentido das provas no Brasil ainda é questionável.
Exames deveriam ajudar a melhorar o ensino e o aprendizado.
Ana Cássia MaturanoEspecial para o G1, em São Paulo
(Foto: Arte/G1)Uma questão que parece não ter uma resposta clara é para que serve uma avaliação. Ao menos na área da educação formal. Avaliar é um recurso que é usado constantemente, até para decidirmos a roupa que será usada em determinado dia. Por alguns critérios, como temperatura e tipo de compromisso, optamos por uma vestimenta ou outra. Isso, para que as coisas tenham chance de funcionar de maneira mais certeira.
Na escola, a prova sempre foi um instrumento usado para se decidir quanto um aluno aprendeu: determina-se com ela o valor da aprendizagem. E muitas vezes para por aí. Informa-se o aluno se ele sabe muito, o suficiente, pouco ou nada – tendo ele que se virar sozinho (ou com apoio da família) para mudar a situação caso ela não ande bem. Em alguns casos, não vai além de colocá-lo no lugar daquele que não aprende mesmo. Para os que vão bem, a recompensa é a nota.
E as avaliações têm continuado: Prova Brasil, Enem, Saresp e outras mais que vão surgindo e avaliam o aluno. Agora, alguns estados brasileiros têm usado as notas dessas provas para avaliarem também os professores. Incluíram outros critérios como número de faltas dos docentes, aprovação dos alunos, o nível socioeconômico e outros. Cada estado acaba usando os seus próprios.
Para os professores que se saem bem, há um reconhecimento bastante significativo em todos os estados. E merecido, diga-se de passagem – algum tipo de bônus financeiro. Significativo e merecido por ser uma classe, o professor da rede pública, que ganha mal e com péssimas condições de trabalho.
saiba mais
Aqui há um problema – o professor que é selecionado, responde a uma coordenação, direção, delegacia de ensino, secretaria de educação etc... só tem um salário melhor se provar que ensina bem. A lógica deveria ser diferente: o professor deve ter um salário suficiente para que possa exercer seu trabalho de formação de pessoas em condições dignas (espacial, de segurança etc), atualizar-se, informar-se e se sustentar. Sendo orientado (como em qualquer trabalho) pelas diversas instâncias que existem. Para aí sim ser avaliado e cobrado naquilo que vai mal.
E assim como com os alunos que tiram notas ruins, com os professores nessas condições não acontece nada. Ou melhor, deixam de ganhar o bônus extra.
Parece que com a educação no Brasil não vale a ideia de se aprender com a experiência. Querem fazer com os professores o mesmo que com seus alunos, mantendo o estado das coisas, ou seja, educação pública de baixa qualidade. E cada um que corra atrás de seu prejuízo.
Ainda não sei para que servem essas avaliações em nosso país. Há investimentos que não resultam em melhorias. Para os que vão bem – ótimo, para os outros...
Está na hora de fazer acontecer nesse setor do país. Que se tem que avaliar alunos e professores, não há dúvida. Mas com a finalidade de se tomar conhecimento sobre as necessidades reais para que todos possam aprender e ensinar em condições dignas.
Isso não quer dizer métodos milagrosos e que deem conta de todos: alunos e professores. Mas que ambos sejam responsáveis naquilo que lhe dizem respeito, com a possibilidade de agirem como seres pensantes e não meros reprodutores de uma ideologia falida.
Para isso, se faz necessária uma ação real do governo, que ele realmente use dessas avaliações para saber onde é preciso melhorar na educação, para que as coisas aconteçam concretamente, com sua direção e valorização do setor, e não por conta de cada um. Só assim ocorrerá uma mudança.
Afinal, deveria ser para isso que existe a avaliação.
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
ORIGINAL DO G1.com
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